Se você vive no Brasil há algum tempo, certamente já ouviu a célebre frase: “O Brasil não é para amadores.” Enfrentamos crises políticas, sociais e econômicas que atravessam o nosso cotidiano como um furacão silencioso. E, nos últimos tempos, tenho sentido isso na pele, no bolso e, sobretudo, na alma. Tudo começou em 31 de janeiro de 2025, quando meu funcionário foi abordado durante uma blitz de rotina enquanto dirigia pelas ruas de São Paulo. Mas o que deveria ser uma simples checagem policial se transformou em um dos episódios mais constrangedores e revoltantes da minha vida. O veículo da minha empresa foi apreendido por estar supostamente envolvido em um crime de estelionato.
A surpresa não parou por aí. Após horas na delegacia, minha advogada e eu descobrimos que terceiros haviam usado, de forma fraudulenta, os dados do documento do automóvel para obter um financiamento. E o mais grave: esse crédito foi aprovado pelo próprio Banco Itaú de forma deliberada, sem qualquer verificação mínima de autenticidade, amparado por um contrato de financiamento sequer registrado no Detran. Uma simples consulta pública no site do Detran teria bastado para revelar que o veículo estava em nome de outro proprietário, e não da pessoa solicitando o empréstimo. O banco simplesmente escolheu fechar os olhos e liberar o financiamento com base em documentos claramente manipulados, sem a mínima diligência.
Como resultado, meu veículo foi apreendido de forma totalmente injusta, e fiquei impedida de regularizar o licenciamento por conta de uma absurda pendência criminal associada ao automóvel. Um bem adquirido à vista e devidamente registrado no Detran, sem qualquer gravame. Ainda assim, o veículo permaneceu mais de vinte dias retido no pátio, enquanto aguardávamos que o Itaú reconhecesse a obviedade dos fatos, o que só ocorreu após dias de insistência e exaustão. Diante de tamanha imprudência, é impossível não lembrar da célebre frase de Shakespeare: “há algo de podre no reino da Dinamarca.” Neste caso, o mau cheiro poderia estar vindo de dentro do próprio banco. A sucessão de erros, omissões e permissividade acende questões e suposições de que, talvez, alguém dentro do Itaú poderia ter colaborado com o golpe.
Após 25 dias de angústia, o automóvel foi finalmente liberado. Em virtude das injustiças e dos prejuízos causados pela negligência na verificação dos dados, minha advogada decidiu ingressar com uma ação indenizatória de caráter simbólico contra o banco. Seria ótimo um cenário em que o Itaú reconhecesse seus erros, revisse seus procedimentos e tratasse com dignidade e empatia os clientes honestos, como eu, que sempre mantiveram um histórico impecável com a instituição. Porém, talvez seja uma doce ilusão acreditar que um banco de tal magnitude pudesse, por um instante sequer, me enxergar como vítima. Afinal, por trás desse suposto “erro burocrático” há algo muito maior em jogo: a poderosa holding Itaú S/A. Não se trata apenas de um banco que supostamente falhou em uma verificação de rotina, mas de um conglomerado poderoso. A holding Itaú S/A funciona como um verdadeiro polvo, que atua nos bastidores com seus tentáculos estendidos por diversos setores da sociedade: do financeiro ao jurídico, do político ao midiático. É um sistema sofisticado, articulado para proteger seus próprios interesses, doa a quem doer. E, desta vez, quem pagou o pato fui eu.
Na quarta-feira, 2 de julho de 2025, exatamente seis meses após a primeira apreensão do meu veículo, fui cruelmente lembrada de que vivo no Brasil, um país onde a fraude é tolerada, a maracutaia prospera e a vítima, invariavelmente, paga a conta. Aqui, o absurdo não é exceção, é rotina. Em pleno passeio de férias com minha família e alguns amigos, fui interrompida por uma ligação inesperada do zelador do meu prédio. Do outro lado da linha, em tom apreensivo, ele me informou que três oficiais de justiça estavam na portaria com uma ordem de apreensão do meu automóvel, a mando do Itaú. Tentei manter a calma. Disse a ele que aquilo só podia ser um engano, pois minha advogada já havia comprovado o golpe e desvinculado completamente o veículo do caso de estelionato, em árdua tramitação na 78ª Delegacia de Polícia de São Paulo. Tudo isso já constava, inclusive, na ação indenizatória movida contra o banco. Mas o zelador respondeu que a oficial de justiça estava irredutível, e pior, ameaçando usar força policial para entrar no prédio, mesmo sem ninguém em casa, caso o acesso não fosse autorizado. Indignada, pedi para falar com a oficial. Ela atendeu e disse, de forma casual:
— “Luciana Paselar, como vai?”
Respirei fundo e respondi:
— “Oi? Que Luciana Paselar? Você sequer sabe o nome da proprietária da residência onde pretende entrar à força? Meu nome é Débora, sou a dona do veículo e do apartamento.”
Diante da ameaça de apreensão, meu funcionário precisou se deslocar às pressas até minha residência para permitir a entrada dos oficiais de justiça e evitar algo ainda mais grave. Caso contrário, os mesmos oficiais estavam prontos para forçar a entrada com apoio policial e guinchar o automóvel, mesmo cientes de que isso poderia causar danos ao veículo. Surreal. O simples gesto de verificar corretamente as informações, como o nome da pessoa envolvida, teria evitado esse espetáculo de incompetência, autoritarismo e desrespeito. Mais uma vez, fui tratada como culpada. Tive minha privacidade violada e fui desrespeitada mesmo na minha ausência, vítima de um sistema que protege bancos e pune quem deveria ser amparado. Um cenário absurdo, arbitrário e totalmente desnecessário, fruto direto da negligência institucional de quem deveria zelar pela segurança dos cidadãos de bem. A impressão que fica é de que o único objetivo é reaver, a qualquer custo, o prejuízo decorrente de um financiamento fraudulento aprovado pelo próprio requerente, o banco Itaú.

Meu incidente com o Itaú é fruto de um sistema já corrompido, cuja displicência jurídica beira à demência — ou a mais descarada forma de corrupção. Trata-se de uma situação grave, causada por uma falha estrutural que, até hoje, não foi devidamente reconhecida ou esclarecida. Como cliente há 30 anos, esperava do Itaú ao menos um gesto de reconhecimento ou retratação, um afago no ego para que tudo se resolvesse sem rupturas. No entanto, em vez de acolher a verdade cristalina dos fatos, o banco teve a ousadia de sugerir uma ‘fraude à execução’ — um artifício jurídico para tentar legitimar a apreensão do carro ou criar dúvida no processo, ainda que sem base nos fatos. Só se for no mundo invertido, digno de Stranger Things, já que minha empresa jamais foi executada e sempre foi a proprietária original do veículo zero quilômetro. Não surpreende que estejamos mergulhados na maior insegurança jurídica na história de nosso país: decisões são tomadas com base em documentos inconsistentes, a verdade é ignorada e a justiça parece cada vez mais distante de seu nome. E não sou a única a pensar assim.
Muitos brasileiros vêm sendo vítimas da vulnerabilidade jurídica que hoje domina o país, resultado de um viés progressista cuidadosamente incorporado em praticamente todas as instituições do Ocidente. Essa orientação ideológica, sob o pretexto de modernizar e humanizar o sistema, tem corroído pilares fundamentais da justiça, relativizando leis, enfraquecendo a confiança nas instituições e abrindo espaço para sentenças sem embasamento. A advogada de direito empresarial Áurea Ferronato afirma que, há muitos anos, vem sendo cultivada, de forma velada, a corrente Marxista do chamado “Direito Alternativo“. Pouco se fala sobre o tema, mas o atual diretor da Fadusp, uma das instituições de ensino jurídico mais tradicionais e prestigiadas do país, é um dos promotores dessa vertente no Brasil. Refere-se a uma linha de pensamento que, segundo ela, “não valoriza a segurança jurídica, mas sim a solução do caso, mesmo que de forma tendenciosa, já que se trata de uma corrente de viés esquerdista, uma forma de militância judicial“.
No meu caso, o Direito Alternativo agiu como age a maioria dos movimentos progressistas no país: fingem buscar igualdade social e condenar o capitalismo, mas, no fundo, estão sempre alimentando o mesmo e fortalecendo seus monopólios, como o próprio Banco Itaú. Quando a imparcialidade é trocada pela conveniência e mascarada de justiça social, o resultado são decisões judiciais apressadas e enviesadas. Esse tipo de lógica, que privilegia o desfecho imediato em detrimento da análise criteriosa e da garantia de direitos, ajuda a explicar por que, no meu caso, a juíza acatou, sem pestanejar, o documento apresentado pelo banco, vislumbrando ali a “solução” do processo. Foi bem perturbador descobrir que a decisão da magistrada pela busca e apreensão do veículo se baseou exclusivamente em um contrato de financiamento apresentado pelo banco, o mesmo documento fraudulento que deu origem ao golpe. Um papel datado de março de 2024, repleto de informações falsas, com dados de terceiros desconhecidos, que não faz qualquer menção à minha empresa, tampouco a mim. Ainda assim, foi o bastante para justificar, mais uma vez, a apreensão do meu veículo. A juíza acolheu, sem questionamento, a versão unilateral do Itaú, pois não tinha conhecimento do histórico já documentado, da ação indenizatória em curso e dos danos concretos devidamente comprovados. Nenhuma diligência adicional foi feita, nenhuma verificação, nenhuma escuta à parte mais atingida: a vítima.
Essa ausência de análise crítica não é um caso isolado. A Dra. Áurea Ferronato acredita que essa falha está diretamente relacionada ao uso cada vez mais frequente de ferramentas de inteligência artificial por magistrados e profissionais da área jurídica. Segundo ela, muitos se baseiam exclusivamente nos resultados fornecidos por plataformas automatizadas, o que compromete a análise humanizada e o olhar atento sobre os detalhes de cada caso.
“A inteligência artificial tem sido utilizada para resumir conteúdos jurídicos como se fossem meros livros de literatura. Essa abordagem, embora agilize a leitura, compromete a compreensão mais profunda, pois suprime nuances e detalhes que, muitas vezes, estão nas entrelinhas e podem ser determinantes para a percepção do julgador.”
Áurea Ferronato
Áurea acredita que a inteligência artificial só alcançará todo o seu potencial nos processos judiciais quando o sistema for reformado para extrair o melhor dela. Segundo a advogada, a tecnologia pode ser especialmente útil na fase formal, evoluindo depois para a oralidade, com contato direto entre as partes e gravações transcritas por robôs. “Com um formato que aproxime o julgador das partes, a IA certamente trará mais eficiência ao processo”, afirma. No entanto, enquanto essas reformas não acontecem, os erros, e muitas vezes injustiças, continuarão se repetindo. Em relação ao meu problema com o Itaú, as falhas vieram de todos os lados: desde a falta de atenção da juíza até a negligência de um banco do porte do Itaú diante de uma cliente de longa data.
Casos semelhantes vêm se acumulando nos tribunais brasileiros, revelando um padrão alarmante de financiamentos aprovados com documentos falsos, assinaturas forjadas e investimentos fraudulentos dentro do próprio grupo Itaú. Há decisões judiciais que condenam o banco por liberar crédito consignado com assinaturas falsificadas, por validar contratos que os clientes jamais assinaram e até por permitir que gerentes criassem fundos fictícios com papéis adulterados. Em alguns casos, o próprio Superior Tribunal de Justiça já reconheceu a responsabilidade objetiva da instituição e a obrigação de provar a autenticidade dos contratos. Em abril de 2025, o Banco Central reconheceu falhas no grupo Itaú ao firmar um acordo de R$ 253 milhões por cobranças indevidas, o que reforça a tese de que não se trata de casos isolados, mas de um sistema com brechas recorrentes. Contudo, a holding segue blindada por sua estrutura tentacular e pela lógica impessoal de uma engrenagem que não admite falhas, mas que já deixou um rastro de vítimas pelo caminho.
O dano que sofri vai muito além do transtorno momentâneo. Ter oficiais de justiça na porta de casa, tentando retirar à força um bem legalmente adquirido, diante dos olhares dos vizinhos, é uma experiência que ultrapassa qualquer limite do razoável. Para completar esse cenário absurdo, fui informada por minha advogada de que o meu automóvel havia sido levado para um ‘pátio de leilões‘. Foi um episódio humilhante, invasivo e profundamente angustiante, não apenas como cidadã, mas como fiel cliente Itaú. E se em vez do carro fosse a minha casa?
Em meio a primeira batalha, tentando tirar meu veículo do pátio do Detran, eu já havia iniciado meu divórcio bancário. Fui até uma agência Itaú para encerrar alguns serviços, e ali, diante da gerente que me atendia, uma funcionária gentil, mas sem poder de ação, me vi em lágrimas. O Itaú falhou gravemente comigo. Não apenas por negligência técnica, mas por romper um pacto tácito de respeito, proteção e lealdade. As lágrimas emergiram em despedida, era o início do fim. O Banco Itaú sempre foi, para mim, uma das minhas zonas de conforto. Assim como era, antigamente, ligar a televisão no Jornal Nacional e na sequência assistir às tramas das novelas das oito. Rituais seguros, previsíveis, quase afetivos. Mas assim como a antiga emissora se engendrou em militâncias políticas e perdeu a confiança de muitos, o Itaú parece seguir o mesmo caminho. “O amor venceu”, disseram por aí. Só esqueceram de avisar que era amor ao poder, aos privilégios e aos esquemas de sempre.

Infelizmente, o amor que sentia pelo Itaú se esvaiu, dando lugar a uma amarga decepção. Hoje me vejo prestes a encarar uma separação litigiosa. Me divorciar de um banco com quem mantive uma parceria de 30 anos, não vai ser fácil. Há uma história, uma trajetória, uma confiança construída ao longo de décadas, que teve início com meu falecido pai. Foi ele quem me levou ao banco, quem me ensinou o valor da responsabilidade financeira e da autonomia. Lembro do meu primeiro talão de cheques, das folhas azuladas com meu nome gravado, e da emoção que senti aos 18 anos, ao perceber que estava começando a entender o universo do dinheiro. Justamente por tudo isso, o sentimento de ruptura é tão doloroso. Não é apenas o fim de uma relação bancária, mas o encerramento de um ciclo de confiança, afeto e memória. É como se eu estivesse me divorciando não só de uma instituição, mas de uma parte da minha própria história.
No dia 8 de julho, finalmente recebo a notícia de que meu automóvel voltaria para casa. Após um exaustivo trabalho de minhas advogadas, a juíza determinou a suspensão dos atos de constrição deferidos na ação de busca e apreensão movida pelo Banco Itaú, ato que resultou na apreensão indevida do meu veículo. Com a concessão de tutela de urgência, foi expedido o mandado imediato de reintegração de posse. Foi um alívio, sim. Mas o thriller do meu divórcio bancário não acaba por aí, ganhando ainda mais pitadas de absurdo, dignas de um verdadeiro ‘plot twist’ cinematográfico.
Ao chegar à empresa de leilões, onde meu carro havia sido levado ilegalmente, minha advogada foi surpreendida com uma notícia estarrecedora: a liberação do veículo havia sido autorizada em nome de Luciana Paselar, a própria fraudadora. A justificativa apresentada foi a alegação de quitação do financiamento, ou seja, a ordem para liberar o automóvel partiu do próprio banco, em nome da pessoa que cometeu o crime, e não da verdadeira proprietária do veículo. Mesmo com a liminar da juíza em mãos, minhas advogadas só conseguiram retirar o veículo sob ameaça de força policial, exatamente o que o banco fez quando apreendeu o meu bem indevidamente.
Mais uma negligência grave na checagem dos fatos ou indício de má-fé institucionalizada? Fica a dúvida. O automóvel estava em um pátio de leilões que sequer pertence ao banco e, segundo o responsável local, em 30 anos de experiência, ele nunca viu um caso como este. A verdade é que, neste momento, sinto um medo real de circular com esse automóvel, somado ao temor latente de ver meu nome manchado por um episódio que jamais provoquei. E me causa arrepios imaginar que meus dados pessoais estejam simplesmente à venda por aí, como se fossem mercadoria em prateleira de mercado clandestino. Como não ficar em pânico? Vou mandar a conta da psicóloga para eles também.
O que mais é necessário para que uma instituição como essa reconheça seus erros? Que tipo de cliente é ouvido por esse banco? Se isso aconteceu comigo, uma cliente há mais de três décadas, imagine o que pode ocorrer com qualquer outro cidadão sem recursos, sem voz, sem amparo jurídico. Com um gosto amargo, lembro mais uma vez que estamos no Brasil, onde a ironia do destino é quase sempre regra, pregando peças em quem está quieto. No fim das contas, o amor não venceu. E o banco do amor mostrou ser o banco da dor.

Até agora, não houve qualquer pronunciamento oficial reconhecendo seus erros, tampouco uma explicação convincente que justificasse minha permanência como cliente. Nenhuma tentativa de mediação, retratação ou reconhecimento efetivo dos danos causados, restando a mim, reles mortal, o ônus de reparar um estrago que não provoquei. A única voz que se levantou foi a do meu gerente de conta, que tentou, com empenho genuíno, evitar que eu rompesse esse laço de décadas. Mas sua dedicação parece ter sido em vão, engolida pela lógica fria de uma engrenagem que prefere perder a confiança de quem construiu uma história a admitir que errou. São 30 anos de relacionamento com o Itaú, uma história marcada por parceria, confiança e prosperidade. Sempre enxerguei o banco como uma extensão da minha vida financeira, presente em momentos importantes, acompanhando conquistas e atravessando fases da minha trajetória pessoal e profissional. Por isso, a dor da decepção é ainda mais profunda.
Portanto, escrevo esta crônica como um apelo público para que todos compreendam o quão vulneráveis somos diante de criaturas de múltiplos tentáculos, uma realidade que nem mesmo o funcionário do pátio de leilões deixou de notar. É também um chamado às vítimas, como eu, que foram enredadas por esses tentáculos silenciosos. O que permanece é o desejo de que, neste país tantas vezes sufocado pela burocracia cega, pela inversão de valores e pela omissão conveniente das grandes instituições, ainda haja espaço para o reconhecimento honesto dos próprios erros e, sobretudo, para a valorização da verdade acima dos interesses.
Ainda assim, torço para que esse modus operandi tupiniquim, marcado por omissões, abusos e impunidade, um dia tenha o seu próprio “twist” na história, e que o Brasil deixe, enfim, de ser o eterno país do futuro para assumir o papel de grande nação que tantos de nós ainda ousamos sonhar. É por isso que vos escrevo, caro leitor. Sei que muitos já passaram por situações semelhantes, mas se calaram por medo de se expor, por receio de conflitos ou simplesmente por preguiça da burocracia brasileira. Não tenham medo de furar a bolha da zona de conforto, porque a mudança que tanto esperamos só virá quando tivermos coragem de enfrentá-la frente a frente. Assim como pensa Jordan Peterson: seja o exemplo que os outros possam seguir. Só assim você começa a transformar o mundo — de dentro para fora.






